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05/05/19

            O Arrependimento dos Ninivitas e a Sua Conversão           

Jn. 3.10

Int.: A história da conversão dos Ninivitas é semelhante à história da nossa conversão: Eles estavam condenados pelos seus pecados assim como nós, eles ouviram a mensagem de Deus através do profeta Jonas, se arrependeram de seus pecados e creram em Deus.

I- A História dos Ninivitas.

      Esta história se passou aproximadamente no ano 860 a.C.

      Nínive, era a capital do Império da Assíria, era uma grande metrópole naqueles dias, com mais de 120 mil habitantes; nos dias de hoje seria equivalente a 12 milhões de pessoas. A cidade era tão grande que levava três dias para atravessa-la de uma ponta a outra a pé.

      Os Ninivitas eram um povo pagão, violento, cruel, dominador e grande inimigo de Israel. O povo de Nínive torturava os profetas, era sanguinário, jogava os seus inimigos em óleo fervendo.

      A medida da malícia dos pecados dos Ninivitas subiu até Deus, e como Deus é justiça, Deus resolveu destruir Nínive.

Dt. 32.4: Ele é a Rocha cuja obra é perfeita, porque todos os seus caminhos juízos são; Deus é a verdade, e não há nele injustiça; justo e reto é.

      O homem comete o pecado, do pecado ele vai colher a sua recompensa.

Rm. 6.23: Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor.

      É a lei da semeadura que Deus estabeleceu. O que o homem plantar isto ele vai colher.

      Deus é justo, e Ele faz cumprir a Sua Palavra em toda a humanidade.

II- Deus Usa de Misericórdia Para Com os Ninivitas.

      Nós servimos a um Deus misericordioso, que não quer que nenhum ser humano se perca, mas que venham a ser salvo.

I Tm. 2.4: Que quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade.

      Antes de Deus destruir Nínive, Ele daria uma oportunidade de arrependimento aos Ninivitas.

      Foi assim que Deus chamou o Profeta Jonas para que fosse a Nínive anunciar o juízo de Deus contra aquela cidade.

      A missão do profeta Jonas era ir a Nínive e pregar contra os seus pecados, mas Jonas desce a Jope e pega um navio para Társis.

- Társis era uma cidade espanhola, totalmente oposta da direção de Nínive.

- Jonas lembrou que os Ninivitas eram inimigos de Israel, que eram cruéis com os profetas e com os seus inimigos.

- Sendo Nínive como era, dá para imaginar o coração de Jonas ao ouvir o Senhor e qual seria a sua tarefa.

- Era como se os palestinos recebessem hoje a ordem de ir aos judeus e lhes pregar uma mensagem de arrependimento.

- Era como se pedissem aos judeus massacrados pelo holocausto que fossem aos nazistas alemães para lhes entregar uma profecia de Deus.

- Era como se fosse ordenado aos iraquianos que fossem promover a mudança de atitude dos americanos apenas com uma pregação de arrependimento.

- Era também como se falassem aos americanos para ir aos membros do Al Qaeda lhes anunciar que precisavam voltar atrás em suas atitudes.

- Todos sabem a história, que tentando fugir para Társis, Deus preparou uma grande tempestade no mar, Jonas foi lançado ao mar, Deus preparou um grande peixe que o engoliu, e por três dias Jonas ficou no ventre do peixe; quebrantado Jonas ora a Deus do ventre do peixe, e Deus ordene que o peixe vomite Jonas na praia.

- Agora quebrantado Jonas obedece à chamada de Deus e vai até Nínive pregar o arrependimento aos Ninivitas.

II- A Mensagem de Jonas e o Arrependimento dos Ninivitas.

Jn. 3.3: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida.

- Esta era a mensagem que o profeta pregava na cidade.

      A mensagem de Jonas chamou a atenção dos Ninivitas.

- Sem dúvida, Jonas estava esperando uma reação violenta e hostil.

- Mas, em vez disso, algo incrível aconteceu. As pessoas ouviram a sua mensagem.

- Aquelas palavras se alastraram como fogo no coração do povo.

- Em pouco tempo, toda a cidade estava falando sobre a profecia de condenação proferida por Jonas.

Jn. 3.5: E os homens de Nínive creram em Deus, e proclamaram um jejum, e vestiram-se de saco, desde o maior até o menor.

- Ricos e pobres, fortes e fracos, jovens e idosos, todos se arrependeram e jejuaram.

- As noticias desse movimento popular logo chegaram aos ouvidos do rei.

- O rei também reagiu à mensagem de Jonas.

- Tomado de um temor reverente, o rei se levantou do trono, tirou suas luxuosas roupas reais, vestiu-se com a mesma roupa que o povo estava usando e se assentou nas cinzas, em sinal de humilhação.

- Com os nobres, o rei emitiu um decreto que fazia com que aquele jejum que o povo iniciou de forma espontânea se tornasse um ato oficial de Estado.

- O rei ordenou que todos se cobrissem de sacos, até mesmo os animais domésticos e proclamou um jejum, onde os homens e até mesmo os animais não comeriam nada e nem beberiam água.

- O rei humildemente reconheceu que o seu povo era culpado de praticar maldade e violência.

- Demonstrando esperança de que o arrependimento deles abrandaria a ira do Deus verdadeiro, o rei disse:

Jn. 3.9: Quem sabe se se voltará Deus, e se arrependerá, e se apartará do furor da sua ira, de sorte que não pereçamos?

- Houve um quebrantamento e uma humilhação do rei e de todo o povo da cidade.

Sl. 51.17: Os sacrifícios para Deus são o espirito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás ó Deus.

- Deus não resiste a um coração quebrantado e contrito na sua presença.

- Quando o homem reconhece o seu pecado e se humilha perante Deus, alcança o favor do Senhor.

V. 10: E Deus viu as obras deles, como se converteram do seu mau caminho; e Deus se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria, e não o fez.

- Deus viu o arrependimento dos Ninivitas, Deus viu as suas obras que eram outras.

- E aqui fala: “E Deus se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria, e não o fez”.

- Deus mudou de atitude pela mudança de atitude dos Ninivitas.

- A ação do homem provocou uma reação de Deus.

Sl. 32.1: Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto.

- Quando Deus perdoa a transgressão do homem, vem o alivio, vem a paz ao coração, a felicidade a sua alma.

- Não existe sentimento maior do que sentir que os seus pecados foram perdoados por Deus.

II Cr. 7.14: E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.

- Deus faz aqui promessa de vitória para aquele que se concerta perante Ele.

- Deus promete sarar a terra, ou seja, reparar todo o dano causado pelo pecado.

III- O Amor e a Misericórdia de Deus Salvaram os Ninivitas.

1- Primeira Atitude de Deus: Deus Amou os Ninivitas.

- Mesmo sendo um povo mau, inimigo de Israel, Deus amou esse povo.

- Deus não ama somente os bons, Deus ama também os maus homens.

Jo. 3.16: Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

V. 17: Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.

- Deus te viu e te amou do jeito que você estava.

- Deus te resgatou pelo seu grande amor com que te amou.

- Numa das canções que nós cantamos aqui na igreja, numa estrofe diz: “Eu nunca saberei o preço dos meus pecados lá na cruz”.

- Deus pode perdoar todos os nossos pecados.

Rm. 5.8: Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.

2- Segunda Atitude de Deus: Deus Usou de Misericórdia Com os Ninivitas.

- Sem antes os Ninivitas pedirem misericórdia a Deus, Deus usou de misericórdia para com eles e enviou o profeta Jonas para lhes pregar o arrependimento.

- E a oportunidade que Deus deu foi de quarenta dias para que se arrependessem.

- Você está aqui esta noite por causa da misericórdia de Deus.

- As misericórdias do Senhor te alcançaram.

Lm. 3.22: As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim.

- Da mesma maneira que a misericórdia do Senhor alcançou os Ninivitas, as misericórdias do Senhor também te alcançam.

 

 

 

 
       
 

Pr. Silvano Doblinski
Presidente da Igreja Assembleia de Deus
do Jabaquara em São Paulo - Brasil







 

 
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