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03/09/2019 

      As Tentações de Israel Representam as Tentações da Igreja

I Co. 10.1-13

Int.- O Apóstolo Paulo faz uma comparação da peregrinação do povo hebreu pelo deserto, tudo aquilo que os hebreus passaram e enfrentaram, com as provações e tentações que a Igreja de Jesus Cristo enfrenta neste mundo indo em direção ao céu.

      O povo de Israel era escravo no Egito. Deus levanta Moisés para livrar o povo da escravidão e levá-lo a caminho de uma terra que Ele havia prometido, Canaã. Uma nuvem guiava o povo constantemente, os livrava do calor durante o dia e era coluna de fogo à noite, aquecendo o povo do frio do deserto.

- A Nuvem simboliza o Espírito Santo.

- Há uma nuvem de Deus também sobre nós que nos guia a toda verdade dando direção e poder.

V. 1: Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem, e todos passaram pelo mar.

- Olha o que diz aqui: “Todos estavam debaixo da nuvem, e todos passaram pelo mar”.

- O Mar simboliza este mundo.

- Não passe pelo mar sem estar debaixo da nuvem.

- Atravesse esse mundo com a cobertura do Espírito Santo.

V. 2: E todos foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar.

- Moisés simboliza Jesus, o libertador.

- O povo de Israel foi batizado na nuvem (que representa o Espírito Santo) e salvo no mar (liberto da escravidão do pecado), para entrar na Terra Prometida, havia um propósito final.

- O maná, os alimentava diariamente e Deus fez fluir água da rocha para saciar a sede do povo.

Êx. 16.4: Então disse o Senhor a Moisés: Eis que vos farei chover pão dos céus, e o povo sairá e colherá cada dia a porção para cada dia, para que eu veja se anda em minha lei ou não.

      O povo atravessou a fronteira do Egito e entrou na esfera do Governo de Deus, do Reino de Deus.

- Quando você aceita a Jesus, você deixa o Egito que simboliza o pecado, e passa a ser guiado por Deus.

      Éramos como o povo de Israel, escravos, Jesus nos libertou do Egito, nos livrou da escravidão do pecado, e estamos debaixo da graça de Deus, caminhando para a Canaã celestial.

I- O Simbolismo de Israel Com a Igreja.

- Quando se recebe a Jesus o crente se alimenta do Maná de Deus.

- O Maná é a Palavra de Deus, que é provisão e alimento para a caminhada pelo deserto deste mundo.

Mt. 4.4: Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus.

- Da mesma maneira que o Maná alimentava o povo no deserto, a Palavra de Deus alimenta o crente espiritualmente.

V. 4: E beberam todos de uma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo.

- Moisés bateu com a vara na rocha e água jorrou para saciar a sede do povo.

- Aquela pedra que Moisés tocou representava a Cristo de onde vem a bebida espiritual que mata a nossa sede. 

Jo. 6.57: Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim quem de mim se alimenta também viverá por mim.

- Hoje nos alimentamos espiritualmente de Cristo.

Jo. 4.14: Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna.

- Jesus colocou em cada crente uma fonte de água espiritual.

- Você tem uma fonte dentro de você, não precisa procurar água em lugar nenhum.

A) Existem Três Etapas Pelas Quais Passaram o Povo de Israel:

1- Inicialmente o povo era escravo no Egito.

2- Foram levados ao deserto.

3- Foram libertos rumo a Canaã.

      O Egito simboliza o mundo, o homem natural, escravo dos prazeres, cego obscuro no entendimento.

- O povo era escravo no Egito, Deus levanta Moisés. Cada família mata um cordeiro, aplica o sangue nos umbrais das portas para que quando o anjo da morte passasse e visse o sangue, o primogênito não morreria daquela casa. Deveriam depois comer a carne do cordeiro com as ervas amargas e partir.

- Esse cordeiro aponta para Jesus e esse povo que comeu do cordeiro representa a Igreja. Jesus veio e nos libertou. Aqueles que creram na ordem de aspergir o sangue do cordeiro na porta foram salvos e o mesmo ocorre conosco.

- Fomos alertados da condenação e no dia em que cremos, fomos transportados das trevas para a luz.

- Deixamos de ser homem natural e passamos a ser filho de Deus.

- O deserto aponta para a vida do homem natural e Canaã aponta para o cristão espiritual e vencedor.

V. 5: Mas Deus não se agradou da maior parte deles, pelo que foram prostrados no deserto.

- Não é a vontade de Deus que alguém viva no deserto, o deserto é inevitável, mas não é a vontade de Deus que fiquemos nele.

- Infelizmente muitos crentes têm vivido no deserto.

- O deserto não é o lugar projetado por Deus para o povo ficar.

V. 6: E estas coisas foram-nos feitas em figura, para que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram.

- Deserto não é lugar de moradia, deserto é lugar de passagem.

V. 7: Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles, conforme está escrito: O povo assentou-se a comer e a beber e levantou-se para folgar.

I Pe. 2.11: Amados, peço-vos, como a peregrinos e forasteiros, que vos abstenhais das concupiscências carnais que combatem contra a alma.

- Pedro aqui diz que somos peregrinos e forasteiros neste mundo.

- Pedro aqui diz: se abstenha dos desejos carnais que combatem contra alma.

V. 8: E não nos prostituamos, como alguns deles fizeram, e caíram num dia vinte e três mil.

- No deserto somos tentados a ceder às paixões da carne.

- No deserto tem aridez, sensação de sequidão por dentro, tédio, cansaço, fastio.

- Não é da vontade de Deus que uma pessoa fique nesse estágio toda a vida.

- Entrar em Canaã é sair do deserto, é ser levado pelo Espírito Santo a coisas novas.

- Deserto é lugar para experiências e não para prostração.

- Deus não quer que você morra no deserto.

V. 9: E não tentemos a Cristo, como alguns deles também tentaram, e pereceram pelas serpentes.

- O povo de Israel falou contra Deus e contra Moisés, e o Senhor mandou entre o povo serpentes ardentes.

- O povo falou porque estava angustiado de caminhar no deserto.

V. 10: E não murmureis, como também alguns deles murmuraram, e pereceram pelo destruidor.

- A murmuração do povo os levou a morte.

I Ts. 5.18: Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.

- Em vez de murmurar, o crente tem que dar graças.

- E aqui diz: “Em tudo dai graças”.

- Tem crente que nunca está contente com o que Deus tem dado.

- Reclamam de tudo.

- Quando se entra em Canaã se agradece por tudo.

- Deserto é para manifestar o que está no coração do homem.

- Tem crente que saiu do mundo, mas tem saudades do mundo.

- O mundo não saiu deles.

- Muitos cristãos estão com saudades do Egito e querem trazer o Egito.

V. 12: Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe que não caia.

- A noticia boa é que você ainda está de pé.

Mt. 26.41: Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca.

- Jesus manda o crente vigiar e orar, porque a carne é fraca.

- O crente não pode ceder aos desejos da carne, porque senão cai.

Gl. 5.16: Digo, porém: Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne.

- Somos desafiados a andar no Espírito, para não cumprirmos os desejos da carne.

V. 13: Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis; antes, com a tentação, dará também o escape, para que possais suportar.

- Deus é fiel para não deixar vir uma tentação acima do que podeis suportar.

- Aqui Paulo diz: “Que Deus dará também o escape”.

Conclusão: Nós vamos caminhando neste deserto de glória em glória até chegarmos a Canaã.

II Co. 3.18: Mas todos nós, com cara descoberta, refletindo, como um espelho, a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.

- O nosso destino é a Canaã Celestial.

- Não podemos deixar os embaraços desse mundo nos deter.

 

 
       
 

Pr. Silvano Doblinski
Presidente da Igreja Assembleia de Deus
do Jabaquara em São Paulo - Brasil







 

 
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