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MISSÃO É
GUERRA ESPIRITUAL
Em Mateus 10.16 encontramos estas expressões do
Senhor Jesus: “Eis que vos envio como ovelhas ao
meio de lobos; portanto, sede prudentes como as
serpentes e símplices como as pombas.”
Missões está no coração de Deus e o Senhor
também expressa através do Salmo 2.8: “Pede-me,
e eu te darei as nações por herança e os confins
da terra por tua possessão.”
Apesar de missões ser uma tarefa difícil e cheia
de desafios, é a mais importante de todas. Jesus
nos disse em Lucas 19.10: “Porque o Filho do
Homem veio buscar e salvar o que se havia
perdido.”
A morte de Jesus foi para salvação dos perdidos
e nossa missão como salvos em Cristo é pregar o
Evangelho até os confins da terra, obedecendo o
IDE do Senhor: “E disse-lhes: “Ide por todo o
mundo, pregai o evangelho a toda criatura.”(
Mc.16.15) Às vezes declaramos que O amamos, mas
não demonstramos, com atos, nosso amor.
Nossa afirmação só é válida quando nos
preocupamos com as vidas que caminham
apressadamente para a condenação eterna
simplesmente por nunca terem tido o maravilhoso
encontro com o salvador de suas almas.
Quando nos preocupamos com os perdidos,
valorizamos o grande sacrifício que o Senhor
Jesus fez por todos nós, derramando Seu sangue
na cruz do calvário e pagando com Sua vida, o
preço da nossa salvação.
O próprio Deus nos deu a maior prova de amor
quando enviou Seu Único Filho ao mundo, para que
todo aquele que nele cresse tivesse a vida
eterna. E Jesus, como Filho obediente, abriu mão
de Sua divindade e se fez homem como nós, para
nos ensinar e abrir o caminho de volta ao Pai.
O apóstolo Paulo entendeu perfeitamente a ordem
do Senhor Jesus quando afirmou em I Coríntios
9.22: “ Fiz-me como fraco para os fracos, para
ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para,
por todos os meios, chegar a salvar alguns.”
O Senhor Jesus conta com todos nós nesta grande
missão de levar o Evangelho à todas as nações,
podendo ser feita de 3 formas: Orando e
contribuindo que é a tarefa dos que ficam na
retaguarda, ou Indo que é a missão para aqueles
que estarão na linha de frente dessa tão grande
batalha.
Pastor Reginaldo Brito
Dirigente da Congregação de V. Campestre
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CORRESPONDÊNCIA MISSIONÁRIA
Valencia - Equador
A Paz do Senhor Jesus para toda Igreja do
Jabaquara.
Quero em primeiro lugar louvar a Deus por
participar dessa obra maravilhosa e também pela
vida no nosso pastor Silvano Doblinski que
juntamente com todo ministério têm levado o
Evangelho do nosso Senhor às outras nações.
A Obra no Equador, tanto na costa como na igreja
da serra (onde se encontram os indígenas) tem
crescido a cada dia. Em Valencia, onde me
encontro, estou fazendo o trabalho juntamente
com o Pr. Elias e sua família. Nosso principal
objetivo é com os irmãos que alí se encontram,
para que tenham a mesma visão do Reino de Deus ,
ganhando novas almas para Cristo, fazendo a Obra
do Senhor prosperar.
Deus me tem feito meditar em Suas Palavras no
que diz respeito a autoridade espiritual. Em
2Sm.16.8 nos diz: “O Senhor te deu agora a paga
de todo o sangue da casa de Saul, em cujo lugar
tens reinado; já deu o Senhor o reino na mão de
Absalão, teu filho; e eis-te agora na tua
desgraça, porque és um homem de sangue.”
Davi nesta passagem nos ensina que mesmo diante
tamanha afronta reconheceu que tudo que lhe
acontecia era permissão de Deus e afirmou:
“Disse mais Davi a Abisai e a todos os seus
servos: Eis que meu filho, que descendeu de mim,
procura a minha morte, quanto mais ainda este
filho de Benjamim? Deixai-o; que amaldiçoe,
porque o Senhor lho disse.” (2Sm.16.11)
Por ser um homem obediente a Deus, Davi aceitava
qualquer coisa que viesse Dele, pois tinha
certeza que a autoridade que tinha vinha de Deus
e por isso era capaz de suportar tamanha
provação.
Que o Senhor nos ensine todos os dias seguir o
exemplo de Davi, pois ele sabia que “...todas as
coisas contribuem juntamente para o bem daqueles
que amam a Deus, daqueles que são chamados por
seu decreto.” (Rm.8.28)
Um abraço para todos os meus amados irmãos,
Miss.Júlio Estevão.
AS
BIBLIOGRAFIAS MISSIONÁRIAS DA BÍBLIA
A Bíblia fala, até várias vezes, sobre pessoas
que viveram por algum tempo no exterior para
servir ao Senhor. Temos os exemplos de Abraão,
José, Moisés, Daniel, Jonas e de Paulo, para não
esquecer a mudança radical de Jesus quando se
encarnou e nasceu
neste mundo.
Alguns deles receberam um chamado específico,
sabendo antes de sair que iam ministrar o Reino
de Deus. Este é o caso de Abraão, de Moisés e de
Paulo. Outros, por exemplo, José e Daniel, foram
dirigidos ao exterior contra sua vontade, tendo
sido presos, enfrentado inimigos pessoais, ou
ainda sofrido opressão política.
As biografias bíblicas apresentam essas pessoas
com sua força e suas fraquezas. O leitor, ao ler
a história deles, aprende com suas experiências,
suas tentações, suas quedas e suas vitórias.
Através disso, aquelas pessoas se aproximaram do
Senhor, passando por um crescimento pessoal ao
serem formados por Deus para assumirem o
ministério que Ele lhes pediu para cumprir.
Quem não tinha expectativa alguma de se tornar
um servo de Deus no exterior, em meio às tensão
e aos conflitos, era José. É fácil imaginar seu
medo e suas angústias quando seus irmãos
naturais o deixaram na cisterna para depois ser
vendido aos mercadores midianitas que o levaram
para o Egito. Através da sua paciência e da sua
esperança na fidelidade de Deus, o Senhor o
levou a ser o primeiro ministro do rei. Mais
tarde, ele conseguiu ajudar seus parentes que na
época passavam fome. Depois da morte do seu pai,
ele testemunhou que Deus transformou em bem o
que os irmãos tinham feito de mal contra ele.
Assim, José era um testemunho diante das
autoridades de Egito e diante
dos seus parentes.
Quem não se impressiona com Daniel ao observar
sua firmeza perante o rei babilônio? Em vez de
comprometer sua fé em Deus, ao obedecer a ordem
do rei
da Babilônia, ele fez uma contra-proposta, para
demonstrar seu respeito pelas leis
governamentais, sem rejeitar sua fé judaica.
Assim, Daniel se tornou o meio de Deus para
levar o rei a crer Nele. (Dn.4.37)
Quem foi rumo ao exterior, já chamado para
servir ao Senhor, foi Abraão. A mudança dele foi
radical, porque saiu da sua terra sem saber para
onde ir.
A obediência ao chamado divino resultou no
nascimento e crescimento do povo judeu, sendo a
preparação da primeira vinda de Jesus.
Assim, as pessoas modestas e humildes da Bíblia
se tornaram grandes homens porque deixaram Deus
transformá-los, para assim poderem levar o
testemunho do Reino àqueles que viviam sem
conhecimento pessoal da existência do Senhor.
Fonte: www.abub.org.br
NÃO ENVIE MISSIONÁRIO!
Não envie missionário se você for esquecê-lo.
Não envie missionário se você não quiser
mantê-lo.
Não envie missionário se você não quiser
ajudá-lo.
Não envie missionário se você quiser somente
retorno financeiro.
Não envie missionário somente com palavras, sem
ação de fato.
Não envie missionário para cobrar resultados
rápidos.
Não envie missionário se julgar que um
missionário é um super-homem.
Não envie missionário somente para fazer nome.
Não envie missionário se vai deixar faltar-lhe o
pão.L
Não envie missionário se vai faltar-lhe
comunicação.
Não envie missionário se teu coração não for com
ele.
Não envie missionário se não é capaz de amá-lo.
Somente envie missionário se há em tua vida e
coração, amor e compromisso com missões!
Fonte: www.semipa.org.br
UMA
ABORDAGEM DA OBRA MISSIONÁRIA
Missões se baseia na disposição de Deus em
ocupar-se com a situação complicada da vida
humana não somente enquanto formado de acordo
com a sua cultura e valores, mas também enquanto
um povo deformado pelo pecado.
A contextualização tem a sua base no processo
pelo qual o próprio Deus se utiliza como fonte
do estilo de vida de um povo, para se revelar a
ele.
Is 55: 6-11 indica que a vontade e propósito de
Deus pré-existem desde a eternidade, portanto
Ele antes mesmo de ser Criador era Salvador.
Outro aspecto que indica o processo de
contextualização no exemplo do próprio Deus na
sua relação para com a humanidade é que Ele
sempre se revelou dentro de formas humanas já
existentes.
Jesus se tornou o nosso modelo de
contextualização pois a Bíblia afirma que o
verbo se fez carne (Jo 1.14), e nessa condição,
ele experimentou dor, fome, tudo que fazia parte
da carne, ou seja da condição do ser humano que
ele se tornou.De fato, Ele nunca deixou de ser o
verbo eterno, mas optou pela identificação com o
ser humano.
Este é o principio da identificação sem perda da
identidade, é o principio que serve para o nosso
trabalho missionário transcultural.
Alguns se recusam a se identificar com o povo
com o qual querem servir. Preferem continuar
sendo eles mesmos evitando toda e qualquer
semelhança com os costumes do povo, permanecendo
agarrados a sua herança cultural, impondo a sua
própria cultura, desprezando a cultura receptora
e consequentemente praticando um imperialismo
cultural extremamente negativo para a obra
missionária
A missão mundial jamais começa do nada mas
dentro de uma cultura pré-existente. Portanto, o
ato missionário prescinde uma disposição de
identificação com a cultura do povo com o qual
se vai trabalhar.
. Segundo escreveu a missionária norte americana
Barbara Burns, no seu artigo "Teologia
contextualizada" - a integração da exegese
bíblica e estudos missiológicos, um dos
principais desafios no cumprimento da tarefa
missionária é a contextualização da Bíblia. E
que há muita questão e dificuldades para
conseguir comunicar os propósitos de Deus em
outras culturas.
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